(…) A par desta mesma lógica estrutural as plantações arbóreas abandonam os alinhamentos definidos a norte e a nascente para se distribuírem de forma mais orgânica para sul e poente, reencontrando o seu equilíbrio no acompanhamento da linha curva definida pela Av. da Boavista.
Em todo o espaço são em simultâneo consideradas as potencialidades destas plantações na sua função de ensombramento e como barreiras de protecção aos ventos, factor prejudicial ao decurso dos jogos.
Quanto ao carácter das plantações, são utilizadas maioritariamente espécies espontâneas e evocativas da proximidade do rio – como o Fraxinus angustifolia – espécie característica das galerias ripícolas portuguesas – com pontuações de pequenas manchas de espécies de características atractivas – como o Quercus rubra e o Populus nigra var. italica - que assinalam a entrada principal da Faculdade e as principais áreas de estadia existentes no interior do espaço. (…)
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