(…) Trata-se de uma área de carácter naturalizado, em que se visa tanto quanto possível reduzir as alterações à morfologia do terreno, tornando a proposta mais económica e a implantação do edifício mais harmoniosa. Desta forma, as árvores existentes – oliveiras (Olea europaea) – são mantidas, abatendo-se apenas aquelas cuja localização coincide com a área de implantação da piscina exterior recreativa. Os revestimentos propostos são essencialmente vegetais, constando de tipos de prados com composições distintas, um com predomínio de espécies de azevém, (do género Lolium), utilizado na generalidade do espaço, outro com predomínio de espécies de trevo (do género Trifolium), aplicado a áreas de carácter recreativo, como seja na continuidade do solário da piscina exterior, na zona plana próxima da área de estadia/zona de merendas e na envolvente da área de recreio infantil. (…)
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